Conheça a história do Maio Furta-cor
Unimos a ética da transparência, o rigor científico e a força da rede para garantir que a saúde mental materna receba o cuidado que merece.
Ética e Governança
Mantemos processos rigorosos e um estatuto social claro, assegurando que todas as nossas ações sejam democráticas e íntegras.
Excelência Científica
Fundamentamos cada iniciativa em evidências clínicas atualizadas para combater estigmas com informação de alta qualidade.
Transparência Total
Disponibilizamos relatórios anuais e documentos institucionais para consulta pública, reforçando nosso compromisso com a sociedade.
Impacto em Rede
Gerimos uma rede descentralizada de lideranças que transforma diretrizes técnicas em mudanças reais em cada território.
Alinhado com nosso compromisso com a ética e transparência, aqui você confere nossos documentos institucionais.
COMPLIANCE E ÉTICA
Garantimos que todas as ações sejam democráticas e alinhadas ao nosso estatuto. Trabalhamos com processos rigorosos para assegurar que cada doação e cada projeto cumpra seu propósito
COMPLIANCE E ÉTICA
DOCUMENTAÇÃO DISPONÍVEL
Do encontro na porta de uma creche ao maior movimento pela saúde mental materna
A campanha Maio Furta-cor nasceu na porta de uma creche em Curitiba, numa rua sem saída no bairro Pilarzinho, lugar que era a rede de apoio das fundadoras Patrícia Piper e Nicole Amorim. Foi no encontro na porta da creche da Esther e do Gael que nasceu o Maio. Ali as fundadoras encontraram esperanças para juntas coletivizar o chamado à luta pelo direito à saúde mental das mães.
Em 2021 a campanha foi lançada virtualmente devido a pandemia de COVID 19 e contribuiu de forma definitiva para que a sobrecarga e adoecimento mental maternos nesse período ganhassem visibilidade.
A partir da mobilização de uma rede potente de profissionais, o movimento foi crescendo e se espalhando pelo Brasil. As ações passaram a ser realizadas presencialmente com forte articulação com serviços de saúde, órgãos públicos e autoridades, motivando pessoas a participar cada vez mais. Assim como uma onda, o Maio Furta-cor vem entrando nos calendários de ações de municípios e estados de norte a sul, promovendo sensibilização e combatendo estigmas.
Em 2026, o movimento virou ONG e estamos fortalecendo nossas bases de governança e estruturando formas de seguir com nosso propósito organizadas.
O Maio Furta-cor é inspirador. Ele toca pessoas que identificam suas dores e, por isso, passam a compreender melhor seu lugar como agente de transformação no mundo.
Hoje temos centenas de voluntárias realizando a campanha no Brasil. São mulheres determinadas a fazer ouvir, em alto e bom tom, o que mais acreditam: é preciso cuidar de quem cuida.

Psiquiatra perinatal, docente e consultora
Pioneira da psiquiatria perinatal no Brasil, Patricia atua há mais de 15 anos unindo clínica, ensino e desenho de políticas para prevenir adoecimento no ciclo gestação–parto–puerpério. Responsável pelas capacitações técnicas em psiquiatria do Maio Furta-cor, é referência em neurociências, psicopatologia e psicofarmacologia perinatais, com trajetória em docência, publicações, consultoria para redes assistenciais e apoio à gestão pública.

Psicóloga perinatal, palestrante e escritora
Com formação internacional e atuação consolidada em perinatalidade, parentalidade e intervenções precoces, Nicole há mais de uma década investiga, ensina e mobiliza o país em torno da saúde mental das mães. É referência nacional em Burnout Materno, tema que pesquisa desde antes de ganhar nome no debate público, e atua traduzindo evidências científicas em políticas, capacitações profissionais e impacto comunitário. Fundadora da Campanha Maio Furta-cor, lidera a articulação entre clínica, ensino, advocacy e ciência para transformar as condições de cuidado no ciclo gestação–parto–puerpério. Sua trajetória integra prática clínica, produção de conhecimento, formação de psicólogas perinatais e apoio a redes assistenciais, ampliando o alcance da psicologia perinatal no Brasil.
O Maio Furta-cor é hoje a principal mobilização brasileira dedicada à saúde mental materna, com atuação nacional e presença internacional crescente. Ao longo dos últimos anos, a campanha vem articulando informação qualificada, mobilização social e incidência pública para transformar uma pauta historicamente invisibilizada em prioridade coletiva.
Entre 2021 e 2025, alcançamos mais de 5,16 milhões de pessoas, mobilizamos mais de 300 municípios, contribuímos para a existência de 251 leis relacionadas à saúde mental materna no Brasil e ampliamos nossa presença para 4 continentes e mais de 15 países.
Hoje, contamos com uma rede de mais de 400 voluntárias, que sustentam e expandem o movimento em seus territórios.
Nossas ações incluem campanhas de conscientização, formações, eventos e produção de materiais técnicos e educativos, além da articulação com instituições públicas e privadas. Atuamos na formação de profissionais, no fortalecimento de redes locais de cuidado e na incidência sobre políticas públicas.
Mais do que números, nosso impacto se expressa na construção de uma rede viva e capilarizada, na ampliação do reconhecimento do sofrimento psíquico materno e na transformação concreta de práticas, serviços e políticas.
Seguimos avançando na qualificação e sistematização desses dados, com o compromisso de ampliar a transparência e fortalecer, cada vez mais, a consistência do nosso impacto social.
O que não imaginávamos era que um movimento nascido 100% online, no auge do lockdown da COVID-19, romperia tantas fronteiras e impactaria tantas vidas. Aquele encontro mudaria o rumo da saúde mental das mães brasileiras e, quase seis anos depois, tomaria proporções inimagináveis.
mobilizados em uma rede global.
de pessoas impactadas.
sancionadas em prol da saúde mental materna.
Reivindicamos mudanças estruturais: da implementação de políticas públicas de saúde mental ao fortalecimento da atenção básica, das licenças parentais às redes de proteção contra a violência. Cada fala tornou-se uma pressão legítima por cuidado, servindo como um lembrete constante de que mãe também é sujeito de direito.
Conseguimos pautar os principais veículos de comunicação do país. A saúde mental materna ocupou manchetes, editoriais, podcasts e telejornais, provando que o impossível é, muitas vezes, apenas aquilo que ainda não tentamos.
Ao longo desses quase seis anos, reforçamos uma premissa básica: cuidado sem política pública vira exceção. Por isso, defendemos pilares inegociáveis:
Atenção básica com rastreamento e seguimento no puerpério
Licença parental compartilhada e acesso a creches.
Orçamento carimbado para a saúde mental das mães.
Rotina de detecção e enfrentamento da violência.
"Isso não é luxo: é infraestrutura de país."
A força do Maio Furta-cor é sua rede descentralizada de voluntárias comprometidas com a ética do cuidado materno. Ao se associar, você recebe todas as orientações, diretrizes e capacitações necessárias para atuar de forma segura e alinhada ao movimento!