Conheça a história do Maio Furta-cor
Unimos a ética da transparência, o rigor científico e a força da rede para garantir que a saúde mental materna receba o cuidado que merece.
Ética e Governança
Mantemos processos rigorosos e um estatuto social claro, assegurando que todas as nossas ações sejam democráticas e íntegras.
Excelência Científica
Fundamentamos cada iniciativa em evidências clínicas atualizadas para combater estigmas com informação de alta qualidade.
Transparência Total
Disponibilizamos relatórios anuais e documentos institucionais para consulta pública, reforçando nosso compromisso com a sociedade.
Impacto em Rede
Gerimos uma rede descentralizada de lideranças que transforma diretrizes técnicas em mudanças reais em cada território.
COMPLIANCE E ÉTICA
Garantimos que todas as ações sejam democráticas e alinhadas ao nosso estatuto. Trabalhamos com processos rigorosos para assegurar que cada doação e cada projeto cumpra seu propósito
COMPLIANCE E ÉTICA
DOCUMENTAÇÃO DISPONÍVEL
O movimento que vocês conhecem hoje nasceu na porta de uma creche. De um lado, Patrícia, psiquiatra e mãe da Esther e do Khalil; do outro, Nicole, psicóloga e mãe do Gael.
Era um tempo pré-pandemia e tudo o que buscávamos naquela pequena casa, que nos lembrava casa de vó, era rede de apoio e de cuidado com nossos filhos, que na época tinham apenas 2 e 1 ano. Nas trocas corridas de fim de tarde, após um dia inteiro de consultório atendendo mães, compartilhávamos um sentimento comum: a desesperança de que não conseguiríamos mudar o sofrimento materno atendendo apenas individualmente em nossos consultórios.

Psiquiatra perinatal, docente e consultora
Pioneira da psiquiatria perinatal no Brasil, Patricia atua há mais de 15 anos unindo clínica, ensino e desenho de políticas para prevenir adoecimento no ciclo gestação–parto–puerpério. Responsável pelas capacitações técnicas em psiquiatria do Maio Furta-cor, é referência em neurociências, psicopatologia e psicofarmacologia perinatais, com trajetória em docência, publicações, consultoria para redes assistenciais e apoio à gestão pública.

Psicóloga perinatal, palestrante e escritora
Com formação internacional e atuação consolidada em perinatalidade, parentalidade e intervenções precoces, Nicole há mais de uma década investiga, ensina e mobiliza o país em torno da saúde mental das mães. É referência nacional em Burnout Materno, tema que pesquisa desde antes de ganhar nome no debate público, e atua traduzindo evidências científicas em políticas, capacitações profissionais e impacto comunitário. Fundadora da Campanha Maio Furta-cor, lidera a articulação entre clínica, ensino, advocacy e ciência para transformar as condições de cuidado no ciclo gestação–parto–puerpério. Sua trajetória integra prática clínica, produção de conhecimento, formação de psicólogas perinatais e apoio a redes assistenciais, ampliando o alcance da psicologia perinatal no Brasil.
O que não imaginávamos era que um movimento nascido 100% online, no auge do lockdown da COVID-19, romperia tantas fronteiras e impactaria tantas vidas. Aquele encontro mudaria o rumo da saúde mental das mães brasileiras e, quase seis anos depois, tomaria proporções inimagináveis.
mobilizados em uma rede global.
de pessoas impactadas.
sancionadas em prol da saúde mental materna.
Reivindicamos mudanças estruturais: da implementação de políticas públicas de saúde mental ao fortalecimento da atenção básica, das licenças parentais às redes de proteção contra a violência. Cada fala tornou-se uma pressão legítima por cuidado, servindo como um lembrete constante de que mãe também é sujeito de direito.
Conseguimos pautar os principais veículos de comunicação do país. A saúde mental materna ocupou manchetes, editoriais, podcasts e telejornais, provando que o impossível é, muitas vezes, apenas aquilo que ainda não tentamos.
Ao longo desses quase seis anos, reforçamos uma premissa básica: cuidado sem política pública vira exceção. Por isso, defendemos pilares inegociáveis:
Atenção básica com rastreamento e seguimento no puerpério
Licença parental compartilhada e acesso a creches.
Orçamento carimbado para a saúde mental das mães.
Rotina de detecção e enfrentamento da violência.
"Isso não é luxo: é infraestrutura de país."
Essa história não é só nossa. É de cada mãe que nos escreveu na madrugada, de cada profissional que mudou seu protocolo e de cada mulher que deixou a invisibilidade para encontrar luz através do Maio.
Mantemos o símbolo do laço, da pérola e da concha como lembrete do que nos trouxe até aqui: cuidado, consciência e coletividade. Nossos filhos — Gael, Pilar, Esther e Khalil — cresceram sendo parte dessa construção. Seguimos aprendendo a manter a porta da creche sempre aberta para nunca esquecermos da nossa origem e do nosso compromisso.